quarta-feira, 3 de março de 2010

bons ventos para nós...

Parece que as coisas começaram a melhorar, mas não vou criar muitas expectativas.
Finalmente consegui manter um diálogo com algumas pessoas, apareceu novas pessoas e conheci uma menina que parece ser uma potencial amizade.
Um dia meio atípico hoje. Torci o dia todo para a chuva não parar, pois se ela parasse era um sinal de que iríamos sair da faculdade e nos aventurar pelo centro da cidade. É, a chuva parou.

Fui para a aula, chegando lá fiquei sabendo que o delegado que está tomando conta do caso do maníaco de BH iria conversar com a gente, bacana! E realmente foi muito legal podê ter contato com pessoas assim, ouvir histórias. Legal como o pessoal daqui tem uns contatos interessantes, a realidade de Belo Horizonte é bem diferente da de Juiz de Fora.
Lembra da moça que é correspondente da MTV? Então, no meio da aula ela me perguntou se eu era Jornalista ou Publicitária, respondi que era jornalista e ela disse que queria falar comigo. Fiquei feliz, mesmo sem saber o que ela quer. Cheguei perto dela depois, mas ela não disse nada. Quem sabe em uma outra oportunidade.
Depois do papo com o delegado chegou a hora, vamos para rua. Dividi a galera que tem carro, cada um leva um pouco de gente. Beleza, como volto pra casa depois mesmo? Não importa, vamos embora.

Fomos rumo ao centro, destino: Brilhante. Um famoso hotel de prostituição. Chegando lá fiquei meio assustada com a alta rotatividade do lugar. Uma coisa completamente diferente do que eu imaginava. Mulheres bonitas, se exibindo para ganhar clientes. Achei o lugar bem cheio e descobri que hoje era um dia em que o local estava bem vazio. Não consigo colocar em palavras o que vi, só indo mesmo para ter noção do que é.
Conversamos com uma das garotas que trabalha lá e fiquei impressionada com a forma na qual ela se comunica, a forma que ela usa as palavras, a maturidade mesmo. Mais impressionada eu fiquei quando descobri que ela consegue ganhar 4.000 por mês. Imagino o que ela passa para ganhar isso, mas pela conversa, ela não parece ter vontade de sair dali. Só que esse tipo de profissão tem data de validade, o negócio é juntar uma grana pra se virar depois e pelo que vi, ela tem feito isso direitinho.

Tá, acabou a visita. Como volto pra casa mesmo?
Achei uma boa alma que topou o desafio de me trazer em casa, logo eu que não sei nem chegar a esquina. Liguei para o meu pai que foi me guiando e finalmente cheguei em casa sã e salva.

Num é que deu tudo certo e foi um dia interessante.
Espero que seja mesmo bons ventos, e que ele leve para longe as nuvens pesadas e traga dias de sol.

Boa Noite!

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